Elementos analisados em rotina normalmente e outros sob consultas.

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Espectrometria de Absorção Atômica com Forno de Grafite (GFAAS)

A espectrometria de absorção atômica, seja em chama (FAAS) ou em atomizador eletrotérmico (forno de grafite GFAAS), é amplamente utilizada em análises de rotina em função de vários fatores: alta especificidade, sensibilidade, robustez, baixos limites de detecção para vários elementos em diferentes amostras e baixo custo relativo.

O desenvolvimento da espectrometria de absorção atômica, embora monoelementar, revolucionou o campo da química analítica na década de 50, com o primeiro protótipo de absorção atômica em chama (obtida a partir de uma mistura de gases combustível e comburente) proposto por Alan Walsh. Boris L’vov, em 1959, propõe um tubo de grafite como atomizador no lugar da chama.

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